Mas o elogio deste post vai para o “aviamento controlado” dos medicamentos. Se o médico receitar xelotafinogetalinoraxinamol (por exemplo) durante 3 dias, de 8 em 8 horas, perfaz-se a quantia de 3 x 3 = 9 comprimidos curativos. Chegamos à farmácia e a maior parte dos comprimidos encontra-se em boiões de plástico. Ele tira o número de comprimidos que necessitamos e faz-nos a conta: 9 comprimidos, a 100Kzs cada um, dará 900 kwanzas! Coloca os comprimidos em saquinhos de plástico com o respectivo nome. Pagamos o que vamos consumir…nada mais…e consumimos apenas o que foi receitado…nada mais! Para as tabletes de comprimidos, que contenham um número superior ao necessário, é fácil, recorta-se o excesso! As sobras hão-de, mais cedo ou mais tarde, satisfazer o “incómodo” de outro alguém!
Ora aí está uma bela solução!
Resolvem-se os seguintes problemas:
- Desperdício (aliviando um abastecimento, sempre difícil, de medicamentos)
- Armazenamento dos medicamentos que sobram, em local fresco e seco! Coisa que é difícil de ter aqui…
- Deitar fora os comprimidos fora de prazo em locais indevidos e evitar desvios